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Oriar Keqsic Obiblue
Ficha Técnica:
Planeta natal: Conselho Glaucu de Ziguion
Local de nascimento: Irenta
Raça: Ziguiano
Idade ao falecer: 123 anos
Profissão: Sentinela da Chama Azul, espião, guerreiro da Ordem Glauco Reação: -1
Data do falecimento: Ano 90 da UPC – Batalha de Starhide
Organização fundada: Nenhuma
Filiação: Ordem Glauco de Ziguion, Rebelião Libertadora da Estrela Negra
Relações:
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Sarum Obiblue (pai)
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Quinala Si Keqsic (mãe)
Naves em que atuou:
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StarBlue
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Magnaguard X-16
Jogador: Erick Araújo
O Albino de Irenta
Oriar Keqsic Obiblue nasceu na cidade de Irenta, às margens do Lago Gusty, em Ziguion. Desde o primeiro sopro de vida, sua aparência distinta — a pele pálida e os olhos sensíveis à luz — o marcou como diferente. A infância foi dura: alvo de chacotas, afastado das brincadeiras ao sol, moldado pela solidão. Mas foi justamente essa exclusão que o forjou como espírito resiliente. Seu pai, Sarum, médico dedicado, e sua mãe, Quinala, guerreira da Chama Azul, foram pilares silenciosos. Oriar cresceu entre livros e disciplina, inspirado pela mãe que, após seu nascimento, entregara o manto da Ordem para viver em paz.
O Discípulo da Chama
Durante trinta anos, Oriar permaneceu em treinamento no templo de Irenta. A disciplina era severa, mas ele se destacou pela astúcia e pela capacidade de observar o invisível. Tornou-se Portador da Chama Azul, e logo foi enviado para missões de espionagem contra os seguidores da Chama Púrpura. Em Kant, sua habilidade em infiltração e inteligência o transformou em peça-chave da Ordem Glaucu. Nunca se casou, nunca teve filhos: sua vida foi dedicada ao serviço, e sua solidão tornou-se sua identidade.
O Espião da Guerra Sombria
No Ano 28 da UPC, a Guerra Sombria começou. Ziguion manteve-se neutro, mas Oriar desconfiava da sombra que se erguia sobre o embaixador Arear Sagoi. Dois anos depois, foi ele quem descobriu a traição do embaixador, revelando ao Conselho que Sagoi se escondia em Canus. Sua carreira como espião consolidou-se: em Goodles, encontrou brechas para invasões; em Hedén, participou da retomada da capital da UPC. Cada vitória era silenciosa, cada relatório uma arma invisível.
O Sentinela Consagrado
No Ano 52 da UPC, Oriar foi consagrado Sentinela da Chama Azul, título máximo da Ordem Glaucu. Sua vida tornou-se símbolo de disciplina e vigilância. Mas o mundo mudava: o Senado Galáctico substituiu o Conselho, e Oriar foi enviado como espião para vigiar o Presidente Lanos Larita Lavolk. Ele percebeu cedo os sinais da ruptura democrática e avisou Ziguion. No Ano 74, o golpe de Estado transformou a UPC em Império Galáctico. Oriar fugiu, levando informações vitais sobre soldados geneticamente modificados.
O Rebelde da Estrela Negra
Com a destruição da UPC, Oriar juntou-se à Rebelião Libertadora da Estrela Negra. A bordo da StarBlue, ao lado de companheiros como Maskibri Lhoso, Capitão Emir Var Emreis, o piloto Aladiah, o engenheiro Arson Scaman, Kilrrog Black Scale, o doutor Kanan Jannus, Prince Lentulus e Qaspiel, participou de missões arriscadas: infiltrações, sabotagens, resgates. Foi ele quem trouxe a missão de roubar os esquemas genéticos do Programa CIANOP contidos na Miss Universo Sininho. Em Bargano, enfrentou a morte de aliados; em Danatar, combateu o médico Yeus Mortaba, seguidor da Chama Púrpura. Cada batalha o aproximava da escuridão, mas sua chama permanecia acesa.
O Sobrevivente da Magnaguard
Após a destruição da StarBlue, Oriar sobreviveu e passou a atuar na Magnaguard X-16. Ali, ao lado dos companheiros sobreviventes, enfrentou traições e revelações. A mais pesarosa foi a que Atlas 22 Borges trouxe a morte de sua mãe em combate contra as forças imperiais em Ziguion. Em Archenar, descobriu a ligação entre magia e genética e recebeu apoio e ajuda do prefeito de Silla Zigfrid Zan Zimmer; em Cursa, participou da vitória rebelde contra Jalamar Leyt. Mas suas visões o atormentavam: via futuros possíveis, traições inevitáveis, mortes anunciadas.
O Crepúsculo em Starhide
No Ano 90 da UPC, Oriar participou da missão final: destruir a arma planetária do Imperador em Starhide. A Magnaguard X-16 infiltrou-se, mas foi traída por Draxlack Urtakval e pelo jovem Prince Lentulus, corrompido pela Chama Púrpura. No salão do trono, Oriar e Maskibri enfrentaram Lanos Larita Lavolk. Maskibri tombou, e Oriar foi gravemente ferido, perdendo um braço. Ainda assim, lutou até o fim, sustentando a chama que herdara de sua mãe. Sua morte, no colapso de Starhide, tornou-se símbolo da resistência.
O Legado da Chama Azul
Oriar Keqsic Obiblue não deixou descendentes, mas deixou um legado. Sua vida foi marcada pela solidão, pela disciplina e pela luta contra as sombras. Para Ziguion, tornou-se mártir; para a Rebelião, herói silencioso. Sua chama não se apagou: permanece nas histórias contadas nos templos, nas canções dos refugiados e na memória dos que lutaram ao seu lado. O Sentinela da Chama Azul morreu em combate, mas sua vida continua a iluminar a galáxia.
Linha do Tempo
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Muitos ciclos antes da UPC: Nascimento em Irenta, Ziguion.
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Ano 28 da UPC: Início da Guerra Sombria; segue o embaixador Arear Sagoi.
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Ano 30 da UPC: Descobre a traição de Arear.
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Ano 33 da UPC: Participa da Batalha de Hedén.
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Ano 36 da UPC: Batalha de Canus; fim da Guerra Sombria.
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Ano 52 da UPC: Consagrado Sentinela da Chama Azul.
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Ano 74 da UPC: Golpe de Estado; fuga para Ziguion com informações vitais.
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Ano 80 da UPC: Junta-se à Rebelião Libertadora da Estrela Negra; atua na StarBlue.
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Ano 82 da UPC: Sobrevive à destruição da StarBlue; passa à Magnaguard X-16.
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Ano 84 da UPC: Participa da Batalha de Cursa; vitória rebelde.
- Ano 90 da UPC: Batalha de Starhide; morte heroica contra o Imperador Lanos Larita Lavolk.
