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Maskibri Lhoso

Ficha Técnica:

Planeta natal: Conselho Glaucu de Ziguion

Local de nascimento: Kant

Raça: Ziguiano

Idade ao falecer: 185 anos

Profissão: Oficial Chefe de Segurança, Conselheiro, Luminar Índigo da Ordem de Glaucu

Reação: +1

Data do falecimento: Ano 90 da UPC – Batalha de Starhide

Organização fundada: nenhuma

Filiação: Ordem Glauco de Ziguion, Rebelião Libertadora da Estrela Negra

Relações:

  • Jiarn Wukrenar Lhoso (pai) - falecido

  • Nitana Altrex Lhoso (mãe) - Falecida

  • Aran Nexik (esposa) - falecida

  • Rafo-War e Galby (filhos) - falecidos

Naves em que atuou:

  • StarBlue - Oficial de Segurança

  • Magnaguard X-16 - Oficial de Segurança

Jogador: Luiz Lacerda Júnior

O Filho de Kant

Maskibri Lhoso nasceu em Kant, a capital de Ziguion, filho único de dois professores da Universidade de Letras. Desde cedo, sua vida foi marcada pela disciplina e pelo estudo. Aos seis anos, ingressou no templo da Ordem Glaucu, onde iniciou sua formação espiritual e filosófica. Entre livros e espadas, cresceu como discípulo da Chama Azul, revelando-se tanto exímio espadachim quanto diplomata em formação.

O Portador da Chama Azul

Durante vinte e um anos permaneceu no templo, até tornar-se Portador da Chama Azul pleno aos vinte e sete, um dos mais jovens a alcançar tal título. Sua juventude foi marcada pela convivência com mestres e embaixadores, e logo integrou o séquito do embaixador Nalzim Zen-Ar, primeiro representante de Ziguion na UPC. Casou-se com Aran Nexik, com quem teve dois filhos, Rafo-War e Galby, que se tornariam sua maior motivação em meio às guerras que viriam.

O Guardião das Estrelas

Maskibri ascendeu como chefe da guarda de Nalzim, participando de batalhas decisivas como Batalha de Hedén e Batalha de Canus, onde a Guerra Sombria encontrou seu fim. Tornou-se Luminar Índigo da Ordem de Glaucu no ano 41 da UPC, símbolo de sabedoria e força espiritual. Sua vida, até então dedicada à diplomacia e à defesa, seria transformada pelo golpe de Estado que fundou o Império Galáctico.

O Sobrevivente de Vegulus

No ano 74 da UPC, a queda da nave UPC Kurama Yako em Vegulus marcou sua trajetória. Entre os poucos sobreviventes, Maskibri emergiu como guardião da memória de Nalzim e como combatente resiliente. Foi nesse momento que se uniu ao Tenente Emir Var Emreis, Aladiah, Arson Scaman, Kanan Jannus e Oriar Keqsic Obiblue um companheiro da Chama Azul, tornando-se um dos membros da Rebelião Libertadora da Estrela Negra.

O Oficial da StarBlue

Dos destroçõs da UPC Kurama Yako, nasceu a StarBlue, e Maskibri assumiu o posto de Oficial Chefe de Segurança. A nave tornou-se símbolo da resistência contra o Império. Em missões arriscadas, infiltrou-se em eventos imperiais, enfrentou traições e descobriu segredos genéticos que sustentavam o programa CIANOP. Sua lealdade à Rebelião foi marcada por perdas dolorosas: a morte de companheiros como Arson Scaman e Aladiah, e mais tarde, a destruição de sua própria família em Ziguion pelas forças imperiais. Fez novos aliados como o Comandante Kilrrog Black Scale, o jovem Tenente Prince Lentulus e o Major Qaspiel.

O Conselheiro da Magnaguard

Após a queda da StarBlue, Maskibri seguiu na Magnaguard X-16, onde atuou como conselheiro e guerreiro. Participou da Batalha de Cursa, auxiliando na união da Rebelião com a Resistência dos 5. Sua presença era tanto militar quanto espiritual, guiando os amigos antigos e novos como o prefeito Zigfrid Zam Zimmer e o cientista Boris Ethernus e enfrentando inimigos como Yeus Mortaba e Jalamar Leyt. Foi o espião titânico Atlas 22 Borges quem trouxe a triste noticia da morte de sua família, abrindo uma ferida de dor e vingança contra o Imperador.

O Último Combate em Starhide

No ano 90 da UPC, a Rebelião lançou seu ataque final contra a arma planetária em Starhide. Maskibri, ao lado de Obiblue, decidiu enfrentar diretamente o Imperador Lanos Larita Lavolk. A batalha foi marcada por traições e revelações, mas também pela coragem. Maskibri tombou em combate, sua vida encerrada no auge da luta pela liberdade.

Legado e Memória

Maskibri Lhoso tornou-se símbolo da resistência ziguiana e da fé na Chama Azul. Sua trajetória uniu filosofia e guerra, diplomacia e sacrifício. Morreu como Luminar Índigo, mas vive como mito entre os rebeldes. Sua memória é lembrada como a de um guardião que enfrentou o Império até o fim, e cujo nome ecoa nas estrelas como promessa de liberdade.

Linha do Tempo

  • Ano 27 (pré-UPC): Torna-se Portador da Chama Azul pleno.

  • Ano 33 da UPC: Participa da Batalha de Hedén.

  • Ano 36 da UPC: Atua na tomada de Tharladon (Batalha de Canus), fim da Guerra Sombria.

  • Ano 41 da UPC: Consagrado Luminar Índigo da Ordem de Glaucu.

  • Ano 74 da UPC: Sobrevive à queda da UPC Kurama Yako em Vegulus.

  • Ano 75 da UPC: Fundação da Rebelião Libertadora da Estrela Negra.

  • Ano 80 da UPC: Assume como Oficial Chefe de Segurança da StarBlue.

  • Ano 82 da UPC: Passa a atuar na Magnaguard X-16.

  • Ano 84 da UPC: Participa da Batalha de Cursa.

  • Ano 90 da UPC: Morre na Batalha de Starhide.

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